Eu devia escrever um texto de temática literária, como de costume, mas, nas circunstâncias atuais, sentimentos de nostalgia e ansiedade me obrigam a teclar palavras em torno de um assunto: Naruto.

Fiquei muito surpreso com a notícia de encerramento há algumas semanas, pois esperava que a série respirasse até o final de novembro ou início de dezembro, para explorar o confronto que os fãs ansiavam conferir desde o início da fase Shippuden. Todos ficaram se perguntando como Masashi Kishimoto conseguiria desenvolver o conflito Naruto e Sasuke e fechar as pontas soltas da série em tão poucos capítulos. Acabou que o autor conseguiu sim, de modo mais breve do que imaginávamos, dar conta da luta entre os dois rivais (e encerrá-la em uma cena linda e épica).

Neste texto, pensei em fazer uma análise do mangá, mas o vazio no peito já começa a crescer, logo, irei aproveitar este espaço para verter meus sentimentos em relação à série e quais foram suas características mais marcantes.

Naruto me foi apresentado por um amigo do Ensino Médio, em meados de 2006, numa época em que mal sabia que podíamos baixar animes legendados na internet. Aliás, o anime de Naruto foi pioneiro em (re)construir um público otaku no Brasil, que eventualmente passou a conhecer uma variada safra de animes e a ter contato com a recepção japonesa em relação a essa mídia. Lembro-me da sensação de curiosidade movida pela descoberta, quando entrei pela primeira vez no site do Naruto Project (naquela época, ainda começavam a proliferar os sites de downloads de animes), e baixei o primeiro e muitos outros episódios em RMVB (era comum antigamente, rs). Confesso que tenho certa inclinação para o envolvimento sentimental com cenas dramáticas, e CHOREI no primeiro capítulo (como chorei em muitas outras ocasiões).

naruto primeiro episódio

Ficou claro, logo no primeiro episódio, que a história girava em torno da temática de ser reconhecido e valorizado como pessoa, algo com o qual me identifiquei bastante. A partir de então foi aquela maratona diante do computador, baixando episódio atrás de episódio, passando os olhos nas imagens e títulos dos episódios seguintes, tentando adivinhar quais seriam os rumos da série (cujos episódios atuais, naquela época, eram o início dos fillers da saga clássica). Tempo depois, preferi comprar os DVDs em um camelô especializado em animes, e então foi maratona na frente da TV, dia e noite. Não me recordo de nenhuma outra maratona de série televisiva que tenha me envolvido tanto e que hoje me desperta um intenso sentimento de nostalgia. A maratona de Naruto durou até os últimos capítulos canônicos da fase clássica, que depois a reassisti algumas trocentas vezes (sim, eu não tinha mais nada pra fazer na vida do que ver Naruto. Não, minto, eu escrevia histórias, programava jogos no rpg maker… e estudava).

Gosto muito mais da fase clássica do que a fase Shippuden. Poderia ser influência das maratonas citadas acima, já que comecei a acompanhar semanalmente a fase adolescente do personagem desde o primeiro episódio; contudo, fazendo um olhar crítico sobre a série, os personagens secundários ganharam mais profundidade na saga clássica, aproveitando os arcos do Exame Chunnin, em que conhecemos o background de alguns personagens, dentre os quais, vale destacar o de Hyuga Neji e Rock Lee, e no arco Resgate de Sasuke, quando chorei com o background de um personagem aparentemente raso como o Chouji e também com o Kimimaro. A decisão de Sasuke em cortar os laços com a vila também foi uma parte que me chamou atenção, pois simplesmente adoro personagens que se corrompem. Na versão animada, eu poderia incluir também a excelente trilha sonora (que como a do Shippuden) são inesquecíveis (e até uso de inspiração para escrever minhas histórias).

A respeito da segunda fase da série, teve seus altos e baixos; particularmente, após o arco do Reencontro com Sasuke, quando Sai entra para o time, achei que a série poderia começar a explorar melhor o universo de outras vilas e tentar encadear o novo com as tramas já em conflito, bem como apresentar outros jinchurikis e fazer o público simpatizar com esses personagens. Infelizmente, Kishimoto decidiu centralizar demais a história, impedindo o desenvolvimento de outros personagens (como a Karin, o Suigetsu, o Juugo, aquele punhado de personagens inseridos para preencher a história a partir da reunião dos Kages). Apesar disso, continuei acompanhando a história pela marcante qualidade apresentada durante sua fase clássica.

Sobre o fim

Um capítulo duplo previsível em muitos aspectos, mas satisfatório para um mangá shonen. Claro, devido ao apelo comercial da série, Kishimoto (e a Jump) deixou algumas pontas soltas para, possivelmente, serem explicadas no filme, e também ampliou o universo recorrendo a um avanço no tempo com novos personagens.

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A respeito do penúltimo capítulo, embora ele não tenha explorado as seqüelas iminentes da Guerra Ninja e o rumo de alguns personagens, teve um desenvolvimento acertado e feliz envolvendo a reconciliação do time 7, numa emocionante cena em que, após o pedido de perdão de Sasuke, Kakashi observa nostalgicamente o time que ele próprio comandou. Assim como no antepenúltimo capítulo, tivemos a narração de fatos do ponto de vista do Sasuke, numa tentativa mais incisiva de demonstrar os conflitos internos do personagem e sua síntese após os acontecimentos por quais passou, ao mesmo tempo em que a história apresenta todos saindo do controle do Mugen Tsukuyomi. Essa opção aparentemente apressada, na verdade, foi concisa e impactante, visto que a união de Sasuke e Naruto (assim como a de seus descendentes) rompe o destino de ódio do mundo ninja (que seria manobrado de forma ilusória com o Tsukuyomi) e mostra essa nova esperança do ponto de vista de um Uchiha, cujos descendentes sempre eram os invocadores dos conflitos. O exílio de Sasuke, claro, não poderia deixar de inverter a cena de sua despedida com a Sakura na época em que ele decidiu trilhar o caminho das trevas. A reconciliação com Sakura deu-se de forma curiosa, a partir do mesmo gesto usado por Itachi quando dizia que não tinha tempo para o irmão; todos nós sabemos o quanto Itachi amava o irmão, daí podemos presumir que o toque na testa de Sakura sugere o mesmo sentimento manifestado em circunstâncias de “quero muito ficar com você, mas agora não posso”. Em seguida, Kishimoto não poderia ter sido mais perfeito em simbolizar a reconciliação entre Naruto e Sasuke com o primeiro devolvendo a bandana de ninja renegado para o segundo. Na ocasião passada, Sasuke deixou a bandana por não manter mais qualquer relação com Konoha, agora ele a retoma sabendo que, embora seja um ninja renegado, ainda mantém laços de amizade com o time 7.

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No último capítulo, não foi difícil identificar quem era filho de quem por causa das semelhanças físicas dos personagens. Claro, há algumas pontas soltas que o último capítulo não conseguiu cobrir, mas é provável que o filme The Last explique o destino de alguns personagens e a nova configuração do mundo ninja, que aparenta ter avançado muito em termos tecnológicos, como o fato de termos uma cidade onde antes havia uma floresta nas redondezas da vila, além de do Hokage poder usar um notebook. Isso provavelmente aconteceu como resultado da cooperação entre as vilas, que quebraram o sistema ninja (detalhe para a loja da Tenten que vende poucas armas em dias de paz) e deslocaram o investimento em poderio bélico e treinamento militar para áreas tecnológicas, contribuindo, assim, para a modernização do mundo. É também uma ampliação do universo de Naruto que será explorado no futuro (novamente, o apelo comercial), por exemplo, no mangá spin-off que sairá na próxima primavera. Além disso, achei interessante o filho de Naruto, Boruto, realizar a mesma palhaçada de pichar o monumento dos Hokages, para chamar atenção; só que desta vez, a solidão de Boruto não é fruto do falecimento dos pais num mundo bélico, mas da ausência do pai em um mundo mais político e industrial, tal como o nosso.

Acredito que o intervalo entre o jovem Naruto e o já adulto (se tornando Hokage e pai) é a deixa de Masashi Kishimoto para que eu e os demais leitores recrudesçam a autoconfiança na realização de seus próprios sonhos, para que cada um siga o seu melhor caminho para, como o Naruto conseguiu anos depois, se “tornar Hokage”.

Portanto, sinto-me obrigado a dividir a história da minha vida em três períodos: Pré-Naruto, Naruto, e Pós-Naruto. Que Masashi Kishimoto descanse após uma árdua jornada de 15 anos que significou muito para os fãs da série.

Bônus da postagem: os seis personagens de Naruto mais influentes na minha vida

6) Hyuuga Neji

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Até seu embate com Naruto, acreditava que seu destino já estava traçado, que não poderia escapar da gaiola que o próprio clã construíra para ele e outros semelhantes de linhagem secundária. Mas parou de repudiar a maldição do clã quando abriu os olhos para novas possibilidades, para novas formas de viver. Não me recordo se, na minha adolescência, houve momentos em que vi o futuro de maneira predeterminada, um futuro estéril em que frutos provenientes de meus sonhos não existissem. Na verdade, a nova filosofia de vida do personagem, após o exame chunin, somente reforçou a ideia de ser dono de meu próprio destino.

5) Uchiha Itachi

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O personagem mais bem construído da série, com um background que, a princípio, nos faria odiá-lo, mas que logo apresentou uma faceta totalmente diferente. Assassinou o próprio clã para impedir um golpe de estado e deixou-se ser visto como um ninja abominável pelos habitantes da vila, recusando apenas matar o próprio irmão para que este buscasse vingança.

Dono das melhores frases do mangá, às vezes dão impacto pela empatia criada pelo personagem.

“As pessoas vivem apegadas àquilo que traduzem como correto e verdadeiro, assim elas definem a realidade. Mas o que significa o correto e o verdadeiro? Meramente conceitos vagos e subjetivos… A realidade deles pode muito bem ser uma miragem. Podemos considerar que todos simplesmente vivem em seu próprio mundo, amarrados e cegados por suas crenças, não acha?”;

Assim como era diferente a visão que os moradores da vila tinham sobre ele. E como é um personagem forte em genjutsu, é uma frase que ganha ainda mais força.

“Prender-se ao grupo, prender-se ao clã, prender-se ao nome. Isso são coisas que limitam a nossa capacidade. Temer e odiar o desconhecido…são coisas tolas”;

Essa frase serviu-me de combustível para me arriscar em coisas além da minha zona de conforto e não me contentar com rótulos e categorizações.

“Ser forte não é tudo isso. Ser forte significa que você se tornará arrogante e egoísta. Mesmo que você nunca tivesse desejado isso”;

Isso pode vir a acontecer, e é perigoso.

“Aqueles que não são capazes de aceitar quem realmente são, estão destinados a falhar. Assim como eu falhei no passado.” E pra terminar, a frase que ele disse ao Kabuto, quando este procurava responder a pergunta “Quem sou eu?”;

A partir da mistura de outras identidades.

Enfim, um personagem que reconhece suas próprias falhas.

4) Jiraya (Ero-Sennin)

Jiraya

Não poderia deixar um sensei fora da lista. Foi o Jiraya quem iniciou-me nos caminhos da perversão e da literatura erótica… Zueira, hehe, não foi o lado pervertido do personagem que me fez escolhê-lo, mas a sua determinação em deixar algo de bom para esse mundo e que seus atos, de alguma forma, possam contribuir para encerrar o clico de ódio entre as pessoas.

Em uma de suas frases memoráveis, ele diz;

“A vida de um ninja não é medida por como ele viveu, mas pelo o que conseguiu realizar antes de sua morte.”

Podemos substituir o “ninja” por “pessoa” e destacar o nosso desejo de deixar um legado no mundo, de ter partido com a certeza de que demos alguma contribuição que será lembrada eternamente. Essa ambição flerta com o meu lado artista. Na verdade, não pretendo escrever um livro que seja marcante para o mundo, mas que seja determinante paras os leitores, que eu seja lembrado como alguém que conseguiu causar uma mudança ou provocar lembranças inesquecíveis em alguém. E o que causa maior aproximação com o personagem são os momentos antecedentes a sua morte em que ele relembra o passado e pensa que falhou nesse objetivo (foi rejeitado pela mulher que gosta, não conseguiu salvar o melhor amigo, deixou o mestre e o discípulo morrerem…). Porém, apesar de todas essas falhas, deixou de herança todos os seus ideais a uma criança, e todos sabemos que sem o Jiraya, Naruto nunca conseguiria alcançar o estágio em que chegou (sem contar que o nome do personagem de seu conto foi dado ao filho de seu discípulo) e, consequentemente, nunca conseguiria mudar o mundo.

Além disso, o personagem é escritor, embora (só) escreva mais livros pervertidos. Mas possui o nobre sentimento de fazer as pessoas se entenderem e acabar com o ódio entre elas. Tentou alimentar essa mudança até com seus livros, assim como eu. Uma de minhas pretensões é expandir a mente das pessoas para que possam compreender uns aos outros mais facilmente.

Sua morte é um dos momentos mais tristes do mangá. T_T

“O mais importante atributo de um ninja não é número de jutsus que ele domina (toma Orochimaru :P), A coisa mais importante é… a coragem de nunca desistir.” (Jiraya)

3) Uchiha Sasuke

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E a terceira posição é dele, o emo (se assim quiser chamá-lo) mais odiado pelos fãs brasileiros de Naruto que não conseguem enxergá-lo como um bom personagem antes ou depois do Kishimoto tê-lo arruinado, o cara cujo nome devia estar no título do mangá (tinha que se chamar Naruto & Sasuke), o personagem que fez a saga do shippuden finalmente alavancar depois de matar o Orochimaru reduzido ao level 01… aquele que era fraco porque lhe faltava ódio.

Certo, depois dessa apresentação apelativa, irei ao que realmente importa. Solidão é o sentimento que norteia este personagem, mas, ao contrário do Naruto, que prefere lutar contra essa aflição fazendo palhaçadas e buscando reconhecimento, Sasuke se fecha e usa sua solidão como combustível para seu principal objetivo, mesmo que para isso tenha que cortar laços com seus amigos. É nesta particularidade de foco em uma ambição, afastando os fatores que possam distraí-lo desse fim, mesmo que sejam pessoas, que gostaria de chamar atenção.

Em diversas ocasiões da minha vida, me vi fazendo a mesma coisa que ele, enfraquecendo minha relação com certas atividades e também com pessoas (incluindo amigos e familiares), pensando que ninguém entendia como eu me sentia ou o que realmente queria fazer. Felizmente, não segui essa filosofia de vida por muito tempo, embora ela tenha deixado feridas difíceis de serem curadas, que volta e meia doem numa intensidade incômoda. Se o Sasuke fosse o primeiro da lista, eu teria entrado em caminhos bem obscuros, por isso vocês imaginam quem estará em segundo ou primeiro, né, hehe?

Talvez ele represente o meu lado sombrio, e após vê-lo passar por tantos conflitos no mangá, fico ansioso pelo vislumbre de um Sasuke mais afetivo que provavelmente representaria parte do que sou hoje.

2) Rock Lee

rock lee

Se um ninja, em sua essência, domina as artes do ninjutsu, taijutsu e genjutsu, como alguém pode sonhar em se tonar um GRANDE ninja contando com apenas 1/3 dessas habilidades, o taijustu. É como querer ser um GRANDE gamer jogando apenas games de esportes, ou de luta, ou RPG, ou de ação (comparação nerd tosca, hehe). A principal questão aqui é a deficiência de certos quesitos necessários a um objetivo, segundo o senso comum. Lee não possui competência em dois destes quesitos e, para compensá-los, pretende se especializar ao máximo no único que sabe fazer. O que podemos trazer disso para a vida real? Olhe, se você não tem aptidões para certas atividades, não ache que você precise sabê-las tão bem quanto outras pessoas, mesmo que tais atividades sejam de prestígio na sociedade (assim como o ninjutsu é para o mundo ninja) e as suas habilidades não sejam tão valorizadas assim. Um exemplo banal disso é o ambiente escolar. Quantas vezes não ouvimos nossos pais (e a sociedade) dizerem que excelentes notas nos tornarão alguém na vida (até hoje não sei quem é esse alguém)? Se uma menina tira notas razoáveis ou até mesmo baixas, como ela pode ser alguém na vida? Mas o que ninguém sabe é que essa mesma menina tem aptidão para o balé, e após muitos anos de treinamento, será alguém na vida.

E por falar em treinamento, o próximo atributo marcante do personagem: o trabalho duro, esforçado e determinado. Lembro-me até hoje dos emocionantes capítulos que mostram o background do personagem, e de como sua confiança em seus treinamentos desgastantes lhe davam a certeza de que conseguiria, naquela época, vencer seu rival, Hyuga Neji. Diferente deste, Lee não é um gênio, é simplesmente alguém que procura dar tudo de si para alcançar seus limites. Eu também não me acho nenhum gênio, nem mesmo de minha parte como estudante ou escritor (quando me comparo a outros colegas da minha idade). Como Rock Lee, creio que eu seja um gênio de trabalho duro, após tantas lágrimas e suor que faz-me mais forte a cada dia.

Por último, quando Rock Lee recebe a notícia de que sua vida como ninja depende de uma difícil cirurgia, vem a compreensão delicada de que por mais que nos esforcemos na vida, há certas ocasiões em que só nossa fé pode operar boas fortunas.

1) Naruto

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Fiquei em dúvida entre ele e o Rock Lee para essa primeira colocação, visto que ambos carregaram o atributo da persistência e autoconfiança em si próprios para vencerem alguma batalha. Porém, no caso do Naruto, há um fator adicional que dificulta a realização de seus sonhos: a solidão. Enquanto o Lee tinha o apoio do Gai-sensei, Naruto, por ser ignorado por todos, teve que lutar muito para ser valorizado por cada pessoa, e a primeira que o reconheceu foi Iruka-sensei, logo no primeiro capítulo da história, que fez alguns ciscos entrarem em meus olhos. Desde então vim torcendo para que fosse reconhecido e, dessa forma, se tornasse Hokage.

Por mais que muitos o zoem de “pastor”, a filosofia de vida de Naruto sempre foi a de expulsar as trevas do coração das pessoas em um mundo ninja regrado e cheio de ódio, onde jovens são ensinados a nunca demonstrarem seus sentimentos ou derramarem lágrimas. Como Naruto é o agente da mudança de seu universo, ele amacia os corações dos ninjas mais fundamentalistas (como Zabuza) e homens corrompidos (como Nagato, Obito e Sasuke – aliás, se ele desistisse do amigo, iria contra esse argumento do protagonista de salvar as pessoas) e ainda consegue aglutinar os sentimentos de nações em guerra que foram oriundas de tempos ainda mais sanguinários.
Foi gratificante acompanhar o crescimento desse personagem até o fim. Dattebayo!

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2 Responses

  1. Priscilla Rubia

    Oi Luiz!
    Naruto não me marcou como aconteceu com você, mas realmente fez parte da minha vida, vamos dizer, otaku. Foi um dos primeiros animes que vi (após os que passavam na TV) e tb um dos primeiros que baixei na internet. Na verdade, um amigo no meu condomínio que baixava e me passava. Gostei bastante e vi episódios um atrás do outro. Tenho até hj aberturas e encerramentos que gosto e ouço de vez em quando.
    Com certeza Naruto foi um marco na vida de mta gente. Agora é esperar pelo filme!
    Abraços!

    Responder
    • Luiz Fernando Teodosio

      Oi, Priscilla.
      Naruto realmente abriu as portas para muita gente que só conhecia os animes da TV. E o mais divertido dessa época era a empolgação de quem indicava um anime (no caso, o Naruto) pra quem ainda não conhecia esse universo de animes na internet, rs. Ah, eu também adoro as aberturas e encerramentos da série. São lindas. Cheguei a gravar as letras de algumas músicas há alguns anos quando eu era bem narutard. Também estou bem ansioso pelo filme. É sonhar demais vê-lo passando nos cinemas daqui como aconteceu com Dragon Ball? Bem que esse sonho podia se realizar, se não o jeito é aguardar o lançamento do dvd no Japão.
      Abraços.

      Responder

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